segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PodQuest #37: Preview de 2012


Após a ausência da semana passada, os três Questers estão juntos novamente para fazer um preview do ano de 2012 para a indústria de games. Falências, novos consoles, games muito esperados e uma E3 cheia de surpresas - tudo isso e muito mais é discutido neste episódio do PodQuest.


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PodQuest #37: Preview de 2012
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6 comentários:

Felipe Augusto "felipowsky" disse...

Fala, pessoal. Legal o episódio. Bastante informação.

1. Sobre o Treasure Chest, o texto estar em inglês não me incomoda, mas acho que poderia atrair mais pessoas se fosse em português. Afinal todo o restante do conteúdo do site é em português.
Um ponto complicado pra mim é a questão da extensão do texto. Muitas vezes eu postergo a leitura do TC em virtude da extensão. Ao mesmo tempo, penso que se resumir demais, vá perder o contexto. Por isso, deixo a critério de vocês este ponto.
E, pra finalizar, como o TC trata de um ponto de vista, pra mim, fica difícil comentar. Ou porque eu não conheço o jogo, ou porque concordo com o que foi comentando e não tenho o que acrescentar.
Espero ter sido construtivo nas minhas críticas e não seja mal entendido, pois eu adoro o Treasure Chest. :)

2. Queria comentar o ponto do Rafael sobre a "indústria estar cada vez mais cara". Será mesmo? Será que as empresas não estão má adaptadas e mal gerenciadas nos modelos atuais que acabam investindo errado?
Temos exemplos de jogos indies que se pagaram em 1 dia e geraram lucros absurdos e, mesmo assim, parece que as grandes empresas não são humildes o suficiente para reconhecer isso e investir nessas equipes.
Criar IPs com qual finalidade se pode-se investir em boas idéias? As "IPs" estão aí: Braid, Penumbra, Amnesia, Minecraft, Bastion, Portal, Dear Esther, Trine, Limbo, mods, etc. E tem uma audiência mais fiel e mais "incentivadora" que a de muitas IPs.
Acho que os gerentes das grandes empresas são os que menos entendem o que o público espera. Estou generalizando. Claro que há exceções. Mas acredito que a grande justificativa do destaque da indústria indie, se deve ao fato de ela acreditar na verdadeira experiência que os games devem apresentar e, portanto, isso é mérito dela mesma e não um "excesso de recurso tentando sobreviver" que o Gilliard comentou. Concordo que isso pode ter justificado um aumento no número de desenvolvedores indies, mas não foi a causa de se tornar popular. O popular veio com o reconhecimento de ser bem feito.

Abraço.

Rafael Kuhnen disse...

Quis dizer que a industria mainstream esta mais cara. Criar assets e tecnologias ta cada vez mais caro. Apesar de seguir a industria indie e admirar muito, somos poucos... O custo eh baixissimo e por isso eles se pagam muito rapido, mesmo nao vendendo tanto. Com certeza temos muito o que aprender com a industria indie e a india aprende muito com a mainstream tambem, e estamos todos aprendendo aprendendo... mas uma nao exclui a existencia da outra. Que otimo que existem Braid e Portal, mas tambem que otimo que existem Mass Effects e God of Wars! ;)
As empresas reconhecem sim esses talentos... A valve contratou o pessoal do Portal e investiu nele por exemplo... a Epic pega gente da comunidade indie direto. A Blizzard a mesma coisa.
Eu acho que eh contra produtivo pra todo mundo ver a industria indie e a mainstream como antagonistas, nao tem necessidade nenhuma. Ambas podem co-existir, cada um com seu mercado, e com seus custos! :P
E eu discordo de vc que os gerentes das grandes empresas sao os que menos entendem. Se voce for levar em consideracao que nos so conhecemos os jogos indie que fazem sucesso, que sao menos de 1% dos que tentam penetrar no mercado... A margem de acerto dos jogos mainstream ate que eh bem boa.. Mas como vc mesmo disse, nao podemos generalizar, nem de um lado nem de outro =)

E por favor nao assuma ou generalize que por ser indie eh bem feito ou acreditam na verdadeira experiencia.. indie nao eh sinonimo de qualidade...como disse, sao pouquissimos os jogos indie que vem a chamar a atencao do publico e que justificam esses argumentos... Assim como ser mainstream tambem nao eh sinonimo de boa qualidade...

Tudo tem o seu lado =)

Felipe Augusto "felipowsky" disse...

@Rafael Com certeza a indústria indie e a mainstream não devem ser antagonistas. Por isso mesmo comentei que deveria-se investir mais nas boas idéias dessa indústria (indie).
A Valve, como você citou, é um excelente exemplo de empresa que incentiva essa indústria e, por isso mesmo, recebe um grande reconhecimento.

Na realidade meu comentário foi mais um questionamento pra refletir que uma crítica ao que você disse. Pois, se temos uma indústria que se paga devido ao baixo custo, fazendo jogos excelentes, chega-se ao ponto, no qual você comentou, que a indústria mainstream tem muito a aprender com a indie. E talvez a indústria de games em geral (não só a mainstream) não esteja tão cara quanto se pensa.

E, sim, concordo com você: indie não é sinônimo de qualidade. Bem como alto investimento não é sinônimo (de qualidade) também.
Mas, permita-me esclarecer minha expressão de "verdadeira experiência" para algo como "inovar a experiência com games", onde vejo muito mais aposta pela indústria indie (mesmo que só os 1% que cheguem ao público) que pela indústria mainstream (competindo apenas contra esses 1%).

Reforçando, de novo, mainstream, pra mim, não é sinônimo de baixa qualidade. Eu quero jogar God Of War, Bioshock, Mass Effect, etc. São excelente jogos que trazem excelentes experiências. Mas acredito que os indies, apostam muito mais na "humanização" dos games, que são aspectos que a maioria das mainstream tem medo de apostar e, por esse motivo, (os indies) estão sendo mais valorizados. Não porque os desenvolvedores não tem pra onde ir.

O problema é que não existe uma boa definição pra falar sobre "jogos diferentes". Que talvez seja nos que eu mais quero enfatizar quando falo sobre indústria indie. Que eu acredito que se as empresas indies quisessem sobreviver fazendo jogos iguais aos da mainstream, mas em menor escala, não teríamos nenhum tipo de ascenção desse tipo de indústria.

Abraço.

Marcelo Martins disse...

Pessoal,

Parabéns por mais um PodQuest. Desta vez, uma edição surpresa!

Sobre Zelda: também fiquei com a pulga atrás da orelha com a parte da repetição. Até agora estou com 40 horas de jogo e só aconteceu uma única vez. Sinceramente, espero que não aconteça de novo.

Também estou me divertindo muito com o jogo. Achei excelente! Alguns momentos do jogo são belíssimos e um dos melhores da série. Na minha opinião, a segunda parte do deserto é impressionante e inesquecível.

Sobre os consoles da próxima geração:

Na verdade, essa coisa do "hub" de entretenimento na sua sala nunca colou, pelo menos pra mim. Com exceção de jogar e ver bluray no PS3, raramente a gente faz tudo com um console. Quem acessa internet no PS3 ou Xbox? Ouvir músicas no console? Também acho que há uma parcela muito pequeno do público que realmente se importa com essas features adicionais.

Meu sonho é ter um console único, pra gente poder se focar no conteúdo, que é a coisa mais importante. Mas sei que isso não vai acontecer tão cedo.

Grande abraço!

Anônimo disse...

Acho que Gilliard Lopes e' caixista hein!

Gilliard Lopes disse...

Que isso, seu anônimo? Se é pra xingar, chama de Nintendista pelo menos né... =p