terça-feira, 21 de setembro de 2010

PodQuest #01: Jogo == Brinquedinho Pessoal?

PodQuest é um novo podcast sobre mercado, design e desenvolvimento de games. Nele, os desenvolvedores Gilliard Lopes, Rafael Kuhnen e Fernando Secco discutem as últimas notícias, os games mais interessantes, e um assunto principal relacionado a game design, tendências de mercado ou o dia-a-dia do desenvolvimento. O foco do PodQuest é opinião, então podem esperar discussões acaloradas e fiquem à vontade para comentar!

No primeiro episódio, a seção Main Quest traz os Questers tentando responder às seguintes perguntas: o jogador tem o direito de transformar o game no seu brinquedinho pessoal? Ou seja, ele deve poder fazer uso de cheat codes, re-spec de personagens, diminuir a dificuldade, etc. para dobrar as regras do game à sua vontade? Até que ponto isso torna a experiência mais acessível e divertida, e quando é que pode estragá-la completamente?

A seção Journal discute as seguintes notícias:
  • Lançamento do PlayStation Move
  • Halo: Reach e o impacto da série

Ouça diretamente no player abaixo:



Ou no link a seguir:
PodQuest #01: Jogo == Brinquedinho Pessoal?
(botão direito, depois "salvar como" para baixar)

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Ouça e comente! Se preferir, entre em contato por e-mail em contato@thepodquest.com ou pelo Twitter em @ThePodQuest.

Um comentário:

Marcelo Martins disse...

Legal ouvir o começo do PodQuest! Desde aquela época as discussões já eram muito interessantes.

Coincidentemente, terminei o Demon’s Souls na semana passada e foi um dos melhores jogos que já joguei na vida. Os servidores estão on-line até hoje e ainda tem bastante gente jogando.

Sobre a main quest, eu sempre achei que os cheats estragavam completamente o jogo. Pelo menos para o meu perfil de jogador, eu preciso de desafio e da recompensa. Se o cheat anula ou diminui o desafio e só me dá a recompensa, o jogo perde a graça. Eu não me sinto merecedor do prêmio.

Entretanto, existem outros perfis de jogador que valorizam coisas diferentes. Esse é um dos motivos que torna os jogos tão atraentes para um público tão diverso: há várias maneiras de interagir com o mesmo produto.